24 de março de 2014

Papa Francisco

O Papa Francisco nasceu no dia 17 de dezembro de 1936, tendo agora 77 anos.

Ele tem um ar muito simpático e bem-disposto, estando sempre disposto a ajudar quem quer que seja. É capaz de cativar qualquer pessoa graças à sua dedicação e simpatia.

Apesar de já ter uma certa idade, o Papa Francisco, parece ser uma pessoa muito divertida, engraçada, muito concentrada e muito dedicada a Deus.

Apesar de nunca o ter conhecido pessoalmente, o Papa Francisco, parece-me uma pessoa muito simpática, porque para alem de nunca dizer “não” a uma pessoa independentemente da sua raça, ajuda também os pobres e as pessoas com mais necessidades. É uma pessoa muito atenciosa e que tem muita fé em Deus. Quer o bem para todas as pessoas do mundo e quer que haja paz em todas as aldeias, em todas as vilas e em todas as cidades. Quer que haja paz no mundo inteiro. 



Trabalho realizado por: 

Marta Gonçalves 

5º ano de catequese

Paróquia S. Salvador - Santarém

18 de março de 2014

PAPA FRANCISCO

Olá companheiros,

Estando nós a festejar o primeiro ano de pontificado do Papa Francisco, alguns dos nossos catequizandos efetuaram alguns trabalhos que decidimos ir partilhando convosco.

Mas sabes tu também podes participar, basta que nos faças chegar o teu, que pode ser por email (cateq.jardims.pedro@gmail.com), entregar à tua catequista ou pelo facebook.

Aqui vai o primeiro trabalho:


"Quem é este Papa e o que o torna diferente para mim?

Quando ouvi nas notícias do dia 13 de março de 2013 que tinha sido escolhido um novo Papa, pensei que ele seria igual aos outros, um papa normal, mas ao longo do tempo percebi de que e o Papa Francisco é completamente diferente e faz coisas que nunca ninguém imaginaria que um papa faria.

O Papa mostra que devemos amar a todos como irmãos, porque fala com todas as pessoas, rico ou pobres, nas cerimónias onde vai, ele gosta de se aproximar das pessoas que o ouvem.

O Papa demonstra que se preocupa com os outros e, para mim, mostra que tal como Deus nos ensinou, nós só podemos ser felizes se fizermos os outros felizes e nos preocuparmos com eles. O Papa Francisco não ama as riquezas, o poder, nem a grandeza, ele prefere estar junto das pessoas e tenta ajudá-las.

Este ano aprendi que “Cuidar da Fé é Cuidar do Homem” e este Papa é o maior exemplo de que o devemos fazer, porque ele também o faz. Ele mostra que com gestos simples podemos tornar a vida dos outros muito melhor e mostramos a nossa fé.

Quando vejo as notícias sobre ele, fico muito contente por ver a pessoa maravilhosa que ele é e o que nos ensina. Ao princípio até ficava admirada por ele ser tão invulgar, mas agora já sei que o Papa Francisco é um homem com um coração cheio de amor, ternura e coragem e que vê em todos nós a imagem de Deus.

Eu gosto muito do Papa Francisco porque me fez acreditar que todos somos iguais e devemos amar os outros e ajudá-los, porque só assim é que podemos ser verdadeiramente felizes e filhos de Deus."


Catarina Stoffel
5º ano
Paróquia Divino Salvador

2 de março de 2014

A irmã dos Pobres - Ir. Maria Clara do Menino Jesus

A 15 de Junho de 1843, na quinta do Bosque na Amadora nasceu Libânia do Carmo Galvão Mexia de Moura Teles Albuquerque, filha de Marco Thomaz de Mascarenhas Galvão Mexia de Moura Telles e Albuquerque e de D. Maria da Purificação de Sá Carneiro.
Com 13 anos, Libânia perde a sua mãe vitima de doença acabando por em Outubro de 1857 recolher no centro de recolhimento da Ajuda instalado no palácio velho, fundado pelo Rei D Pedro V, que se destinava a receber as órfãs de famílias nobres e dirigido pelas Filhas da Caridade de S. Vicente de Paulo, sendo educada por elas.
Em Dezembro do mesmo ano acaba por perder o seu pai, vitima de doença que afetava grande parte da população Lisboeta na época, a Febre Amarela.
A 9 de Junho de 1862 , após a ordem de expulsão das irmãs do pais, por parte do Governo Português, Libânia é obrigada a deixar o Internato de ajuda e é recolhida pelos Marqueses de Valado, amigos íntimos de seus pais, onde viveu durante 5 anos, tendo posteriormente recolhido-se à casa de S. Patricio, em Lisboa, onde ficou a viver como pensionista junto das irmãs Oerceiras Capuchinhas de S. Francisco, dirigidas pelo  Ver. Do Pe Raimundo dos Anjos Beirão.
Em Fevereiro de 1870, graças á sua bondade, devoção de dedicação é enviada pelo Pe Raimundo para o Noviciado de Calais em França para aprofundar os seus estudos e se formar na vida Religiosa com o objetivo de formar um instituto português que respondesses ás necessidade locais.
Em 14 de Abril de 1871, Irmã Maria Clara do Menino Jesus  (Libânia) fez a sua Profissão, emitido os votos  de Obediência, Pobreza e castidade .
Em Maio regressa a Lisboa, como supervisora das casas fundadas ou a fundar, marcando uma nova vida para as Irmã Cpuchinhas de S, Patricio que resovem tornar-se Hospitaleira Franciscanas, seguido a Regra e as Constituições trazidas de Calais, passando a dedicar-se a apoiar e ajudar a população necessitada
Em Março de 1876, a Irmã Maria Clara vê a sua petição á Sta. Sé aprovada sendo reconhecida como Congregação das Irmãs Hospitaleiras do Pobres pelo Amor de Deus.
A Irmã Maria Clara, na sua dedicação e ajuda, enviou irmãs para prestar auxilio a doentes e proporcionar-lhe o conhecimento do evangelho para as províncias ultramarinas e mais tarde também o cuidado com a educação através da fundação de alguns colégios. A presença das irmãs foi um meio muito importante de ajuda e desenvolvimento local.
Em Maio de 1896, por questões politicas, as irmãs acabam por sofrer grandes humilhações, e a Ir. Maria Clara perdeu todos os poderes que lhe tinham sido atribuídos, mas conhecedoras do poder e das regras, tudo receberam com humildade, delicadeza e submissão.
Em 1898, após finda as questões levantadas anteriormente, é readmitida aos cargos anteriores, no entanto nada volta a ser como era e a “Mãe” Clara, submissa aos novos decretos de gerência da congregação acaba por muito sofrer , mas não abandona os seus propósitos tendo sempre presente a fé e a esperança.
Já cansada e vitima de doença cardíaca acaba por falecer a 1 de Dezembro de 1899, mas a sua obra continua como fonte de inspiração de ajuda a quem mais necessita


Para saberes um pouquinho mais podes sempre consultar o site abaixo:

22 de fevereiro de 2014

Resumo da Vida de Santa Rita de Cássia

Ela nasceu, na Itália, a 22 de maio de 1381, na região da Úmbria, num  lugarejo chamado, naquele tempo, Roca Porena. Seus pais, Antônio e Amada Mancini, já idosos, rogavam a Deus a vinda de um filho. Nasceu-lhes a pequena Margherita, daí sua abreviatura: Rita.
          Educada, com muito esmêro cristão, Rita passou sua infância e sua juventude, auxiliando seus pais na lavoura. Recém-nascida e sempre colocada num cesto, que fazia às vezes de berço,  no próprio campo, certa vez foi encontrada envolta de abelhas brancas que lhe pousavam na face, sem ferí-la. Quando jovem casou-se com Paulo Fernando. Tiveram dois filhos:  João Tiago e Paulo Maria. O marido,  de gênio forte e colérico, maltratou-a muitas vezes. Rita, graças à bondade de coração e às suas preces, conseguiu convertê-lo para Deus. Ele morreu assassinado, vítima de lutas políticas de época. Os filhos, jovens, quiseram vingar a morte do pai. Rita, preferindo vê-los mortos que transgredindo a lei divina, pediu a Deus que os levasse para o céu  antes de se mancharem com aquele crime. Morreram ambos, dizimados por uma peste que arrasou a Europa naquela  época.
          Viúva e sem filhos,  Rita  dedicou-se ao socorro dos pobres e enfermos, ajudando a uns  e outros, com alimento, visita, conforto e trabalho. Sentindo o chamado de Deus, procurou o Convento das Irmãs Agostinianas de Santa Maria Madalena, em Cássia, para tornar-se religiosa. As regras daquele tempo impediam o ingresso de viúvas. Certa vez, madrugada ainda, Rita foi encontrada pelas freiras, rezando na capela do Mosteiro, com portas e janelas fechadas. A Madre Superiora viu naquele fato um desígnio  do céu e admitiu-a como Irmã. Para provar sua vontade, mandou que regasse diariamente, um ramo seco de videira.  Com o tempo, o ramo verdejou e floresceu numa viçosa videira.
          Um dia, rezando perante o crucifixo, pediu a Cristo a graça de sofrer com Ele. Um espinho desprendeu-se da imagem e fincou-se-lhe na fronte, abrindo uma chaga dolorosa e purulenta, que durante mais de quinze anos a fez sofrer muito. Em 1450 ano santo, desejando ir a Roma, com suas companheiras de hábito e não o podendo por causa da chaga na fronte, Rita a Deus pediu esta graça e a chaga fechou-se, tornando-se a abrir quando de volta ao Convento. Muito jejum, muita penitência, muita oração eram sua maneira de viver. Gravemente enferma, vivendo num pobre catre, no fundo de uma humilde cela, Rita recebeu a visita de sua prima. Pediu a esta que fosse até Roca Porena e lá em sua antiga casa, colhesse para ela um figo e um botão  de rosa. Era pleno inverno, tudo sepultado sobre a mais densa neve, e no entanto a prima encontrou  o figo e rosa no jardim de Rita.

          No dia 22  de maio de 1457, Rita  entregou sua bela alma a Deus. No campanário do Convento,  os sinos começaram a repicar festivamente, tangidos por mãos misteriosas.  A chaga da fronte fechou-se na mesma hora e no lugar do habitual mal cheiro que dela se exalava, passou a exalar um discreto perfume.  Tantos foram os milagres e as graças que milhares de devotos seus receberam de Deus, por intercessão sua, que ficou conhecida como a “Santa dos Impossíveis”. O Papa Leão XIII, canonizou-a no dia de Pentecostes, 24 de maio de 1900, Ano Santo.

Paróquia Santa Rita de Cássia



Oração de Santa Rita de Cássia

(Santa Rita é invocada em especial para causas impossíveis)







Ó Poderosa e gloriosa Santa Rita,

eis a vossos pés uma alma desamparada que necessitando de auxílio,
a vós recorre com a doce esperança de ser atendida por vós
que tem o título de Santa dos casos impossíveis e desesperados
Ó cara Santa interessai-vos pela minha causa,
intercedei junto a Deus para que me conceda
a graça que tanto necessito (faça o pedido)
Não permitais que tenha de me afastar de vossos pés sem ser atendido.
Se houver em mim algum obstáculo que me impessa
de alcançar a graça que imploro, auxiliai-me para que o afaste
Envlovei o meu pedido em vossos preciosos méritos
e apresentai-o a vosso celeste esposo, Jesus, em união com a vossa prece.
Ó Santa Rita, eu ponho em vóstoda a minha cionfiança
Por vosso intermédio, espero tranquilamente a graça que vos peço
Santa Rita, advogada dos impossíveis, rogai por nós.

Trabalho e partilha realizado por
8º volume de catequese
Jardim de Cima e S. Pedro